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dc.creatorSantos, Christian Almeida-
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/1889901873587482por
dc.contributor.advisor1Rodrigues, Ana Áurea Alécio de Oliveira-
dc.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/7994724431084864por
dc.contributor.referee1Vale, Paulo Roberto Lima Falcão do-
dc.contributor.referee2Souza, Ionara Magalhães de-
dc.date.accessioned2026-03-23T18:25:45Z-
dc.date.issued2025-11-06-
dc.identifier.citationSANTOS, Christian Almeida. Acesso da pessoa com doença falciforme aos serviços de saúde: marcas do racismo estrutural, 2025, 67 f., Dissertação (mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana.por
dc.identifier.urihttp://tede2.uefs.br:8080/handle/tede/2039-
dc.description.resumoA Doença Falciforme constitui um grupo de alterações genéticas hereditárias mais prevalentes entre a população negra e, no Brasil, é reconhecida como problema de saúde pública devido à alta incidência em estados com grande concentração de afrodescendentes, como a Bahia. Apesar dos avanços institucionais voltados à promoção da equidade, como a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), o acesso das pessoas com Doença Falciforme aos serviços de saúde permanece limitado, atravessado por fatores históricos, sociais, culturais e estruturais, tendo o racismo como elemento central na produção das iniquidades. Configurando-se como determinante social da saúde, o racismo impacta o acolhimento, o diagnóstico e o tratamento de indivíduos negros. Esta pesquisa tem como objetivo analisar de que maneira o racismo interfere no acesso das pessoas com Doença Falciforme aos serviços de saúde. Trata-se de uma revisão crítica da literatura, conduzida a partir da análise de produções acadêmicas publicadas entre 2010 e 2025, com base em critérios de inclusão e exclusão previamente definidos. Os estudos foram organizados em eixos temáticos que evidenciam: (1) o racismo estrutural e as desigualdades sociais que condicionam o itinerário da pessoa com Doença Falciforme; (2) as barreiras concretas e subjetivas que dificultam o acesso e o cuidado; e (3) as invisibilidades e o desconhecimento profissional sobre a doença e suas dimensões raciais. Conclui-se que o racismo interfere de forma significativa na produção do cuidado destinado à população com Doença Falciforme, e reconhecê-lo como determinante social é essencial para garantir um cuidado integral, equânime e de qualidade.por
dc.description.abstractSickle Cell Disease comprises a group of hereditary genetic disorders most prevalent among the Black population and, in Brazil, is recognized as a public health issue due to its high incidence in states with large concentrations of people of African descent, such as Bahia. Despite institutional advances aimed at promoting equity, such as the National Policy for the Comprehensive Health of the Black Population (PNSIPN), access to health services for people with Sickle Cell Disease remains limited, shaped by historical, social, cultural, and structural factors, with racism as a central element in the production of health inequities. As a social determinant of health, racism impacts the reception, diagnosis, and treatment of affected individuals. This study aims to analyze how racism interferes with the access of people with Sickle Cell Disease to health services. It is a critical literature review based on the analysis of academic publications from 2010 to 2025, using predefined inclusion and exclusion criteria. The studies were organized into thematic axes that highlight: (1) structural racism and social inequalities that shape the health trajectory of people with Sickle Cell Disease; (2) concrete and subjective barriers that hinder access and care; and (3) invisibilities and professional unawareness about the disease and its racial dimensions. It is concluded that racism significantly interferes with the provision of care for people with Sickle Cell Disease, and recognizing it as a social determinant is essential to ensure comprehensive, equitable, and high-quality health careeng
dc.description.provenanceSubmitted by Daniela Costa (dmscosta@uefs.br) on 2026-03-23T18:25:45Z No. of bitstreams: 1 Christian Almeida Santos - Dissertação.pdf: 678976 bytes, checksum: 1bdd0639e134ae8cd42765a5e94717ea (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-03-23T18:25:45Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Christian Almeida Santos - Dissertação.pdf: 678976 bytes, checksum: 1bdd0639e134ae8cd42765a5e94717ea (MD5) Previous issue date: 2025-11-06eng
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia - FAPEBpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Estadual de Feira de Santanapor
dc.publisher.departmentDEPARTAMENTO DE SAÚDEpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUEFSpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletivapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectDoença Falciformepor
dc.subjectAcesso à serviços de saúdepor
dc.subjectRacismopor
dc.subjectSickle Cell Diseaseseng
dc.subjectHealth Services Accessibilityeng
dc.subjectRacismeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApor
dc.titleAcesso da pessoa com doença falciforme aos serviços de saúde: marcas do racismo estruturalpor
dc.typeDissertaçãopor
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