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dc.creatorCarneiro, Mônica Nunes-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4525852026615797por
dc.contributor.advisor1Simões Neto, Natival Almeida-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2978224861970814por
dc.date.accessioned2026-03-30T18:33:30Z-
dc.date.issued2026-01-27-
dc.identifier.citationCARNEIRO, Mônica Nunes. O esquema morfológico X-ōsus na língua latina e o desenvolvimento X-oso no português: uma abordagem construcional. 2026. 340 f. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Estudos Linguísticos) - Departamento de Letras e Artes, Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana. 2026.por
dc.identifier.urihttp://tede2.uefs.br:8080/handle/tede/2045-
dc.description.resumoEsta pesquisa analisa a trajetória da construção X-oso, desde sua origem no latim, como X-osus, até seu desenvolvimento no português do século XXI, privilegiando a análise de aspectos de datação, etimologia, padrões formais e semânticos e, sobretudo, dos processos de esquematização. O estudo fundamenta-se nos aportes teóricos da Linguística Cognitiva, nos termos de Lakoff e Johnson (2002 [1980]), Fillmore (2009 [1982]), Lenz (2013), Simões Neto (2016) e Ferrari (2022), da Gramática Cognitiva, aqui vista por meio de estudiosos, como Langacker (2008), Soares da Silva e Batoréo (2010), da Gramática de Construções, discutida por Goldberg (2012 [2003], Pinheiro (2016; 2022; 2025) e Pinheiro, Soares da Silva e Freitas Júnior (2023), da Morfologia Cognitiva, proposta por Hamawand (2011) e desenvolvida por Oliveira (2023), Simões Neto (2024) e Aguiar e Mota (2025) e da Morfologia Construcional, formulada por Booij (2005; 2007; 2010; 2018) e retomada por Soledade (2013), Gonçalves e Almeida (2014), Simões Neto (2016; 2017), Soledade, Gonçalves e Simões Neto (2022) e Tavares da Silva (2023). Na constituição do corpora, utilizaram-se os dicionários de Moniz (2001) e Gaffiot (2016) para a coleta dos dados latinos e o Houaiss (2009) para os dados do português, totalizando, respectivamente, 540 e 1036 ocorrências. Na análise, observou-se que o padrão X-osus surgiu na língua latina no século VI a.C., alcançando seu pico de produtividade no século I a.C. Além disso, verificou-se que, de modo geral, a base dessas formações é um substantivo e que o sentido prototípico é o de “cheio de”. No que diz respeito à esquematização, constatou-se que, embora o formativo seja polissêmico, os diferentes sentidos associados a ele resultam, em grande parte, de extensões metafóricas e analógicas. Assim, de modo simplificado, o padrão X-osus pode ser representado por um esquema dominante de sentido relacional e três subesquemas, a saber, o de provimento, de semelhança e de ação, sendo o primeiro o mais produtivo. No português, o padrão X-oso remonta ao -osus do latim, do qual são herdados não apenas os vocábulos, mas também o padrão formal e semântico, sendo atestado pela primeira vez na língua portuguesa no século X e atinge maior produtividade no século XIX. Ainda que atualmente apresente redução produtiva, não pode ser considerado improdutivo no português contemporâneo. Cumpre destacar que, embora haja um número expressivo de ocorrências herdadas do latim, prevalecem as criações endógenas da língua. Dado que não se observam mudanças relevantes nos planos formal e semantico, conclui-se que os esquemas e subesquemas do latim dão conta das construções em português. Sendo necessária apenas a reformulação desses esquemas, em decorrência das mudanças fônicas que se refletiram na grafia do sufixo (osus > oso) na passagem do latim para o português.por
dc.description.abstractThis research analyzes the trajectory of the X-oso construction, from its origin in Latin as X-osus to its development in twenty-first-century Portuguese, focusing on issues of dating, etymology, formal and semantic patterns, and, above all, processes of schematization. The study is grounded in the theoretical contributions of Cognitive Linguistics (Lakoff and Johnson 2002 [1980]; Fillmore 2009 [1982]; Lenz 2013; Simões Neto 2016; Ferrari 2022), Cognitive Grammar (Langacker 2008; Soares da Silva and Batoréo 2010), Construction Grammar (Goldberg 2012 [2003]; Pinheiro 2016, 2022, 2025; Pinheiro, Soares da Silva, and Freitas Júnior 2023), Cognitive Morphology (Hamawand 2011; Oliveira 2023; Simões Neto 2024; Aguiar and Mota 2025), and Constructional Morphology (Booij 2005, 2007, 2010, 2018; Soledade 2013; Gonçalves and Almeida 2014; Simões Neto 2016, 2017; Soledade, Gonçalves, and Simões Neto 2022; Tavares da Silva 2023). The corpora were compiled using Moniz (2001) and Gaffiot (2016) for the Latin data and Houaiss (2009) for the Portuguese data, totaling 540 and 1036 occurrences, respectively. The analysis indicates that the X-osus pattern emerged in Latin in the sixth century BCE and reached peak productivity in the first century BCE. Furthermore, its base is generally nominal and its prototypical meaning is “full of.” With regard to schematization, the analysis revealed that, although the formative is polysemous, its differet meanings largely derive from metaphorical and analogical extensions. In simplified terms, the X-osus pattern may be represented by a dominant relational schema and three subschema (provision, similarity, and action), the first being the most productive. In Portuguese, the X-oso pattern derives from Latin -osus, inheriting both lexical items and the formal and semantic pattern; it is first attested in the tenth century and reaches greater productivity in the nineteenth century. Despite a present-day reduction in productivity, it cannot be considered unproductive in contemporary Portuguese. Although many occurrences are inherited from Latin, endogenous formations prevail, and, since no relevant formal or semantic changes are observed, the Latin schemas and subschemas account for the Portuguese constructions, requiring only reformulation in light of the phonological changes reflected in the spelling shift from osus to oso in the transition from Latin to Portuguese.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Renata Aline Souza Silva (rassilva@uefs.br) on 2026-03-30T18:33:30Z No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO - MÔNICA NUNES CARNEIRO.pdf: 3706305 bytes, checksum: d1f5bad01d4e70186b2d8ab641ed08d5 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-03-30T18:33:30Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO - MÔNICA NUNES CARNEIRO.pdf: 3706305 bytes, checksum: d1f5bad01d4e70186b2d8ab641ed08d5 (MD5) Previous issue date: 2026-01-27eng
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia - FAPEBpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.thumbnail.urlhttp://tede2.uefs.br:8080/retrieve/8520/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20-%20M%c3%94NICA%20NUNES%20CARNEIRO.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Estadual de Feira de Santanapor
dc.publisher.departmentDEPARTAMENTO DE LETRAS E ARTESpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUEFSpor
dc.publisher.programMestrado Acadêmico em Estudos Linguísticospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectConstrução X-osuspor
dc.subjectConstrução X-osopor
dc.subjectLinguística Cognitivapor
dc.subjectMorfologia Construcionalpor
dc.subjectX-osus constructioneng
dc.subjectX-oso constructioneng
dc.subjectCognitive Linguisticseng
dc.subjectConstructional Morphologyeng
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICApor
dc.titleO esquema morfológico X-ōsus na língua latina e o desenvolvimento X-oso no português: uma abordagem construcionalpor
dc.typeDissertaçãopor
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