@MASTERSTHESIS{ 2025:1331404243, title = {Estudo do tema movimentos da Terra por meio de um compêndio de Astronomia Tropical e dispositivos educacionais correlatos}, year = {2025}, url = "http://tede2.uefs.br:8080/handle/tede/2013", abstract = "As estações do ano ocorrem no planeta Terra por causa da inclinação do seu eixo. Na zona tropical, os padrões climáticos e de incidência do Sol ao longo do ano, fazem com que as diferenças entre as estações se tornem mais sutis nesta região, tornando sua conceituação prejudicada. As diferenças são mais evidentes fora dos trópicos, como nos países europeus, que criaram regras e as impuseram pela literatura nortista aos países colonizados. Em Astronomia, zênite é o ponto exato acima de um observador, perfeitamente perpendicular em relação ao solo de onde este esteja. Em nível local, no zênite de um observador em Feira de Santana, definido a partir da vertical do lugar que passa por este e que parece “furar” o céu em um ponto bem acima da sua cabeça, temos o Sol na data aproximada de 26/10, muito antes do verão oficial. Em seguida, com raios a pino, ocorre novamente em data aproximada de 16/02. Para as localidades tropicais, não deveriam estar determinadas as estações do ano com a mesma duração da zona temperada, e a não observação deste fato e também a ausência dele no ensino e nos livros didáticos pode criar perigos de exposição a raios solares e aumento de doenças. Muito embora este trabalho verse sobre as estações do ano e a chegada do calor nas localidades tropicais, fatores meteorológicos não serão objetos de estudo deste texto. O objetivo geral deste trabalho é sugerir a colocação dos conceitos da Astronomia Tropical no ensino com base na realidade das regiões de baixa latitude, que são as latitudes do 0º da linha do equador até os 20º, aproximadamente. Assim, poderíamos orientar melhor a população para cuidados com a saúde além de poder ter vantagens com o turismo divulgando que a duração do verão é maior do que o que foi convencionado pelos Europeus há séculos. Com base na observação de quatro elementos associados, a saber, o analema, a órbita, o calendário e a ocorrência de zênite solar nas latitudes tropicais, produzindo o analema em pontos subsolares no mapa, infere-se que o planeta varia duas vezes ao ano sua velocidade orbital, ao passar pelo afélio e periélio. O dia solar, varia quatro vezes na sua velocidade do movimento aparente do Sol que sempre ocorre do leste para o oeste. Dessa forma as variações da velocidade do movimento aparente do Sol se dão por três ocasiões de forma invertida em relação ao regime de variação da velocidade orbital do planeta e em outras três ocasiões ocorrem de forma concordante com este mesmo regime. Uma contribuição à harmonia Kepleriana é evidenciada pelas velocidades harmônicas de cada planeta, que estão ligadas à inclinação do seu eixo, independentemente da sua massa, distância do Sol, se é rochoso ou gasoso, seu diâmetro ou sua velocidade orbital. Um dos produtos educacionais relacionado a esta dissertação é composto pelos seguintes experimentos: 01 - Gnômon técnico; 02 - Um arco Fibonacci; 03 - Um dispositivo em forma de um orbe instalado no Observatório Astronômico Antares/UEFS; 04 - Um globo Terrestre com fios de cobre para a demonstração do movimento aparente helicoidal do Sol e 05 A Maquete do Sólido Orbital. Outro produto educacional, denominado “Compêndio de Astronomia Tropical”, é composto pela teoria envolvida nos 5 experimentos citados.", publisher = {Universidade Estadual de Feira de Santana}, scholl = {Mestrado Profissional em Astronomia}, note = {DEPARTAMENTO DE FÍSICA} }