@MASTERSTHESIS{ 2026:1692271894, title = {Hackeando a colonialidade: corpo-hacker de mulheres negras como espaço de desobediência na comunicação visual}, year = {2026}, url = "http://tede2.uefs.br:8080/handle/tede/2083", abstract = "Esta pesquisa busca compreender como o corpo-território (Sodré, 2002; Miranda, 2020,) e comporta como um espaço de comunicação visual (Munari, 1979) catalisador da memória continuada de um povo ao desenhar mitos iorubás por meio da performance das artistas negras Rachel Reis e Majur. Nesse sentido, o corpo-território, munido de gestos, cores e vestimentas, evidencia os valores civilizatórios afro-brasileiros (Trindade, 2010). Partindo de uma abordagem qualitativa, investiga-se como as colonialidades (Maldonado-Torres, 2024) presentes na indústria cultural são subvertidas — ou mesmo hackeadas — por essas artistas, que ressignificam narrativas e rompem com a colonialidade do ver (Barriendos, 2019). Assim, a pesquisa propõe a perspectiva conceitual de corpo-hacker, que busca compreender os movimentos de contranarrativas e a desobediência epistêmica dessas artistas. Em consonância com essa perspectiva, adota-se a cartografia sentimental de Suely Rolnik (2017) como metodologia, permitindo que o pesquisador atue como cartógrafo de afetos e selecione as ferramentas necessárias para a travessia do sensível ao real. A dissertação, portanto, revela que a relação entre mito, desenho e corpo-território materializa visualidades afro-diaspóricas que hackeiam a linguagem colonial, promovendo a desobediência epistêmica através do pensamento liminar.", publisher = {Universidade Estadual de Feira de Santana}, scholl = {Mestrado Acadêmico em Desenho Cultura e Interatividade}, note = {DEPARTAMENTO DE LETRAS E ARTES} }