@MASTERSTHESIS{ 2025:240238718, title = {Reparo da Periodontite Apical pós-tratamento endodôntico em pacientes irradiados na região de cabeça e pescoço: um estudo de caso-controle}, year = {2025}, url = "http://tede2.uefs.br:8080/handle/tede/2188", abstract = "O Câncer de Cabeça e Pescoço é uma neoplasia maligna, onde sua ocorrência está relacionada com o consumo de álcool e tabaco. A radioterapia é uma das principais abordagens para o seu tratamento, porém, ela pode promover efeitos colaterais para a mucosa oral, músculos mastigatórios, glândulas salivares e dentes. O objetivo desse trabalho foi avaliar o reparo da Periodontite Apical em dentes tratados endodonticamente nos indivíduos com câncer de cabeça e pescoço, tratados por radioterapia. Trata-se de um estudo analítico do tipo caso-controle pareado, realizado com base na aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos através do parecer 2.190.651 / CAAE: 68689017.6.0000.0053; atendendo as normas da Resolução 466/12. Os pacientes irradiados na região de cabeça e pescoço compuseram o grupo caso; e pacientes normo-reativos da população adulta compuseram o grupo controle, pareados por sexo e idade. Foram realizadas radiografias periapicais através da técnica da bissetriz, com auxílio de um sensor digital e do aparelho de Raios X, para verificar o reparo da patologia previamente instalada. Para a análise estatística foi utilizado o teste de Mann-Whitney; e o teste do qui quadrado, com intervalos de confiança de 95% para medida de precisão dos resultados. O perfil epidemiológico dos pacientes com Câncer de Cabeça e Pescoço apresentou predominância no sexo feminino, com idade mediana de 50,0 anos, sendo que a maioria deles relatou ser etilista e/ou tabagista. As regiões anatômicas mais acometidas foram faringe e cavidade oral. Também, pôde-se observar que 80% dos pacientes que compuseram o grupo caso tiveram reparo da patologia endodôntica, enquanto apenas 20% persistiram com ausência de regressão da lesão; sendo que no grupo controle, 95% dos casos avaliados tiveram reparo. Portanto, não houve diferença estatisticamente significativa (p=0.251) no reparo da Periodontite Apical dos pacientes com Câncer de Cabeça e Pescoço, quando comparados aos pacientes normo-reativos da população adulta. Conclui-se que o reparo da Periodontite Apical foi observado, sendo possível a cicatrização óssea, mesmo diante da redução no número de células e baixa concentração de oxigênio. Estas, mesmo em menor quantidade, foram viáveis para atenuar o processo inflamatório associado à infecção periapical residual.", publisher = {Universidade Estadual de Feira de Santana}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva}, note = {DEPARTAMENTO DE SAÚDE} }